Estrategias de resistencia negra en Brasil: del Quilombo dos Palmares (siglo XVI) a la Ley de Cuotas (siglo XXI)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.58594/rtest.v5i3.189

Palabras clave:

Quilombo, permanencia, cuotas, estrategias

Resumen

Este estudio tiene como objetivo analizar las estrategias históricas de desarrollo y permanencia de la población afrodescendiente en Brasil. Para ello, se examinarán dos hitos históricos: la sociedad del Quilombo de Palmares y la implementación de la Ley de Cuotas (Ley 12.711/12). El propósito de este trabajo es reflexionar sobre cómo el proyecto de libertad gestado en Palmares influyó directamente en otras iniciativas, como el proceso que culminó en la Ley de Cuotas. Esta medida, a su vez, transformó el panorama de la educación superior a nivel nacional. La investigación buscará, además, comprender la conexión entre estos dos eventos, evidenciando que determinadas acciones trascienden las concepciones lineales del tiempo (pasado, presente y futuro), revelando su naturaleza atemporal.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Brasil. Assembléa Legislativa Provincial do Rio de Janeiro. (1837). Lei n. 1, de 1837 sobre Instrução Primária no Rio de Janeiro. História da Educação, ASPHE/FaE/UFPel, Pelotas, 18, 199–205. https://seer.ufrgs.br/index.php/asphe/article/download/29135/pdf/0

Brasil. Congresso Nacional. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

Eugenio, R. (2019). A memória ancestral de Pai Pérsio de Xangó: Expensão e Consolidação do Candomblé Paulista [Tese de doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo].

Evaristo, C. (2020). A Escrevivência e seus subtextos. En C. Lima Duarte & I. Rosado Nunes (Orgs.), Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo (pp. 26–47). Itaú Social.

Fanon, F. (2008). Pele negra, máscaras brancas. EDUFBA. https://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2014/05/Frantz_Fanon_Pele_negra_mascaras_brancas.pdf

Galdini Raimundo Oda, A. M. (2008). Escravidão e nostalgia no Brasil: o banzo. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 11(4), 735–761. https://www.redalyc.org/pdf/2330/233020554003.pdf DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-47142008000500003

Galton, F. (1883). Inquiries into human faculty and its development. Macmillan. DOI: https://doi.org/10.1037/14178-000

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2023). Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/17270-pnad-continua.html

Nascimento, A. (1980). O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. Vozes.

Nascimento, A. (1997). Discurso proferido no Senado Federal na sessão em comemoração ao Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial. Senado Federal, Brasília, Brasil. https://www25.senado.leg.br/web/atividade/pronunciamentos/-/p/pronunciamento/202037

Nascimento, B. (2006). Nossa democracia. En A. Ratts (Org.), Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. Imprensa Oficial do Estado de São Paulo / Instituto Kuanza.

Nascimento, B. (2018). Quilombola e intelectual: possibilidades nos dias da destruição. Filhos da África.

Pereira dos Santos, V. (2013). Técnicas de tortura: punições e castigos de escravos no Brasil escravista. Enciclopédia Biosfera, 9(16). https://www.conhecer.org.br/enciclop/2013a/humanas/Tecnicas%20da%20Tortura.pdf

Portela de Siquiera Marques, E. (2018). O acesso à educação superior e o fortalecimento da identidade negra. Revista Brasileira de Educação, 23, 1–23. https://www.scielo.br/j/rbedu/a/VW9YBNPcKcfrnqtyMCMcVxm/?format=pdf&lang=pt DOI: https://doi.org/10.1590/s1413-24782018230098

Presidência da República Brasil. (1871). Lei Nº 2.040. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim2040.htm

Presidência da República Brasil. (1888). Lei nº 3.353. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim3353.htm

Presidência da República Brasil. (1951). Lei nº 1.390. Diário Oficial da União. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l1390.htm

Presidência da República Brasil. (2003). Lei nº 10.639. Diário Oficial da União. https://etnicoracial.mec.gov.br/images/pdf/lei_10639_09012003.pdf

Presidência da República do Brasil. (2012). Lei nº 12.711. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm

Rodrigues, N. (2008). Mestiçagem, degenerescência e crime. Hist. cienc. Saúde Manguinhos, 15(4), 1151–1182. https://doi.org/10.1590/S0104-59702008000400014 DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-59702008000400014

Salgado Guimarães, M. L. (1998). Nação e civilização nos trópicos: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional. Estudos Históricos, 1(1), 5–27. https://periodicos.fgv.br/reh/article/view/1935/1074

Segato, R. (2018). Contra-pedagogías de la crueldad (1ª ed.). Prometeo Libros.

Vaz, L. S. (2022). Cotas raciais. Jandaíra.

Publicado

2025-09-02

Cómo citar

Cordeiro-do Nascimento, T. M. (2025). Estrategias de resistencia negra en Brasil: del Quilombo dos Palmares (siglo XVI) a la Ley de Cuotas (siglo XXI). Revista Transdiciplinaria De Estudios Sociales Y Tecnológicos, 5(3), 75–84. https://doi.org/10.58594/rtest.v5i3.189